... a maior batalha que você jamais travará é a batalha de ser apenas você. Você vai ter de travá-la o resto da vida, num mundo em que as pessoas se sentem mais à vontade se você puder estar lá para a conveniência delas. Mas, se você abdicar do " você", não resta nada. Mas, se pudermos juntar todas as nossas coisas, podemos nos tornar tudo o que somos.
E só então é que você poderá dizer: " Eu sou. Estou-me fazendo. Sou amante, pois lhe dou tudo o que sou sem cortinas de fumaça. “Eu me dou de graça”. Que coisa boa poder dizer isso. Não o perca. Não perca você. Em algum ponto, encontre-se. Aperte as mãos e diga: "Oi. Onde é que esteve, todos esses anos? Bem, já que estamos juntos, podemos seguir o nosso caminho”.
E você vai ver que o você não tem fim. O seu potencial é ilimitado. Nunca poderemos encontrar uma limitação para o potencial humano. Você pode aprender a tocar como nunca tocou na vida. Olhar como nunca olhou na vida. Ouvir como nunca ouviu. Sentir como nunca sentiu! Tornar-se “você" como nunca na vida!
E, depois disso, verá que não está em lugar algum. Tem mais e mais e mais e mais, tudo para desenvolver e distribuir. Que coisa fantástica! De modo que, quando lhe perguntarem, naquele portão: Você foi você? Tornou-se você? Você dirá: Sim!.
Leo Buscaglia in Vivendo, Amando e Aprendendo
11:39 - 12/05/2009
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